O Ministério da Saúde adotou um protocolo que amplia o uso da cloroquina e hidroxicloroquina para casos leves de COVID-19. Algum problema? Vários. Entre eles a falta de evidências científicas para a adoção desse protocolo e também, de acordo com a Resolução 466 do Conselho Nacional de Saúde, a falta de parâmetros éticos para o uso desse protocolo com riscos claros, mas sem formas evidentes de minimizar os riscos e benefícios que mais lembram uma “roleta russa”.

O Prof. Dr. Diego Freitas Rodrigues comenta sobre a redação e as implicações éticas do Termo de Ciência e Consentimento protocolado pelo Ministério da Saúde do Brasil.