Recentemente um paper, intitulado “Estabilidade Política, Investimento Estrangeiro Direto e Desempenho Ambiental na Argentina, no Brasil e no Peru: uma avaliação comparada”, foi aprovado para o IX Encontro da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica que será realizado em Brasília durante o período de 04 a 08 de Outubro. Como sou um interessado (cada vez mais e mais) pelo campo de Políticas Públicas e, especialmente por fazer avaliação de políticas públicas através do campo Política Comparada, a aprovação desse paper foi um estímulo para adentrar nesse grande campo de investigação. Meu Doutorado Sandwich (intercâmbio doutoral no México) também é outra fonte de estímulo.


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Parte do que foi trabalhado nesse paper  “Estabilidade Política, Investimento Estrangeiro Direto e Desempenho Ambiental na Argentina, no Brasil e no Peru: uma avaliação comparada” diz respeito a observar como efeitos de aumento de renda per capita influencia na capacidade política de maior governabilidade (através de condições de maior participação institucional-política). 
Não é algo novo na literatura de Ciência Política, definitivamente. Mas a ideia do artigo é buscar explicar se a maior estabilidade política atrai maiores investimentos estrangeiros diretos e com isso resulta em maior degradação ambiental. Trabalhei com dados oriundos da CEPAL, do Banco Mundial, do Observatório Político Sul Americano e dos Ministérios de Meio Ambiente dos países analisados. 
Para se ver, o Investimento externo no Brasil teve aumento recorde de 87%, segundo dados da CEPAL. O Brasil foi o país da América Latina que recebeu o maior volume de Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) em 2010, com aumento de 87% em relação ao ano anterior, disse nesta quarta-feira a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Segundo o comunicado da CEPAL: “O Brasil foi o maior receptor (da região) e onde as entradas de IED tiveram um aumento recorde de 87%, passando de US$ 25,9 bilhões em 2009 (R$ 41,3 bilhões) para US$ 48,4 bilhões (R$ 76,9 bilhões) em 2010”.
É, não é pouca coisa. E boa parte do aumento de IED destinou-se a extração de recursos naturais. E adivinha que país tem a maior participação nessa “brincadeira” toda? 
“Mais de 90% dos investimentos chineses confirmados na América Latina foram direcionados para a extração de recursos naturais. (…) No médio prazo, espera-se que as empresas transnacionais desse país continuem chegando à região e que se diversifiquem para os setores de infraestrutura e manufaturas”, afirma categoricamente o relatório da CEPAL que utilizei neste paper.


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Foi um trabalho árduo, mas valeu a pena. Creio que algumas modificações haverão de ser realizadas, mas creio que logo o enviarei para publicação em alguma revista especializada. Espero que daqui alguns meses eu publique um post aqui no Poliarquias informando dessa publicação. E que a Força esteja conosco!