Foram lançadas pelo Ministério do Meio Ambiente, neste mês de Junho de 2011,duas publicações sobre Economia do Meio Ambiente. Ambos os relatórios foram publicados em associação com a Agência Alemã de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (GIZ), e a ONG The Nature Conservancy (TNC) intitulados Unidades de Conservação x Áreas de Risco – O que uma coisa tem a ver com a outra? e Pagamentos por Serviços Ambientais na Mata Atlântica – Lições aprendidas e desafios e Áreas de Preservação Permanente. Este último relatório, inclusive, aborda 78 iniciativas nas áreas de carbono, biodiversidade e gestão de recursos hídricos em atualidade na Mata Atlântica.

Segundo o secretário executivo do MMA, Francisco Gaetani, os relatórios podem auxiliar e instrumentalizar as políticas ambientais do País
O objetivo dessa iniciativa interinstitucional é o fomento de medidas (políticas públicas e parcerias público-privada) que ofereçam alternativas econômicas a pequenos produtores rurais para a complementação da renda familiar e que também possam contribuir para a restauração de áreas ambientalmente degradadas. Segundo o Ministério do Meio Ambiente: “Os projetos contribuem, por exemplo, para a restauração de matas ciliares, proteção e conservação da biodiversidade e ações de conservação e manutenção de recursos hídricos. Além disso, são uma alternativa para complementar a renda de produtores rurais da região, evitando atividades econômicas que comprometam o bioma.” Um dos efeitos desse tipo positivo de iniciativa política e econômica e a potencialização da regularização ambiental de produtos rurais alocados no bioma da Mata Atlântica, mas também em outros biomas, mesmo com realidades ambientais, sociais e econômicas distintas.

Diversos outros relatórios governamentais e não-governamentais podem ser acessados na página do Ministério do Meio Ambiente do Brasil que você pode conferir clicando aqui.