Parafraseando o título de uma das maiores obras de Gabriel Garcia Marques, venho desenvolvendo alguns estudos sobre o Regime Internacional de Mudanças Climáticas e, em especial, sobre o desenho institucional do Protocolo de Quioto e seus mecanismos de flexibilização, em especial o mecanismo de desenvolvimento limpo. É uma pesquisa ampla e recortada em níveis diferenciados, embora conectadosm de análise. Parte dos resultados, já serão apresentados no Sétimo Encontro da ABCP em Recife. O que posso adiantar é que me desdobrarei em averiguar o processo de aprendizado inserido já nos mecanismos institucionais do Protocolo, mas também os efeitos de uma paralisia decisória nas últimas Conferências das Partes em encontrar um substituto ao Protocolo de Quioto.
Entretanto, a outra parte do estudo é relativa aos meios de implementação de políticas de mudança global do clima em países emergentes, ou seja, um estudo comparado. Ainda estou “fechando” os países a serem analisados e coletando os dados respectivos às mudanças climáticas e desempenho político dos países nesse tema da agenda política ambiental internacional.
Mas é um trabalho exaustivo. E como é!